segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dolly, Dolly guaraná, Dolly/ O melhor!

Ia escrever um post de verdade agora.
Mas acabou de passar a propaganda de dia dos pais do guaraná Dolly.
(Não sei porque esse pessoal sempre me comove)

Momento filosófico catupiriano

O que era da gastronomia classe média antes do genérico do catupiry?


Porque tudo, TU-DO, vem com catupirica (o catupiry de mentira)!
(E o de verdade: em verdadeira extinção nos restaurantes)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vontade de ter filhos?

Eu nunca tive "o" sonho de ser mãe até hoje.
Mas sempre achei que ia chegar um dia que eu ia começar a sonhar com isso.
Apesar da minha indiferença, sempre pensava que filho era algo magicamente sinistro: dentre muitas adversidades e mudanças que nem sempre são agradáveis, a mãe carrega aquela barriga pesadamente, pare sofregamente e o bebê já nasce automaticamente sendo alguém que ela mais ama no mundo.
É automático mesmo porque ela nem o conhece direito. Não sabe nem quais as qualidades e defeitos ele vai ter. E provavelmente isso não vai importar, pois ela vai amá-lo de qualquer maneira.
Uma vez ouvi na praia um cara dizendo que não ia ter filhos porque filhos não têm utilidade nenhuma.
Detalhe: eu já tinha pensado nisso!
É só pensar em longo prazo, no tempo de uma vida.
Como as pessoas normais não planejam ter filhos para que cuidem delas no futuro - o que me exclui porque já pensei nisso -, se pensarmos em longo prazo, pela duração da vida, os filhos não tem utilidade prática. Prática quer dizer: ter uma função determinada para que alguém queira concebê-los.
No entanto, eles possuem outras funções não-práticas, muitas, aliás. Funções boas e ruins.
Segundo os pais, os filhos completam suas vidas e dão sentido à elas.
Acho que não teria um filho só pra isso. E acho que as pessoas não têm filho só pra isso.
As pessoas em geral têm filhos porque chega uma hora que dá vontade (ou porque elas foram pegas de surpresa etc.).
Ainda bem, porque se todo mundo pensasse tanto quanto eu a taxa de natalidade ia cair muito e os espíritos que estão na fila de espera da reencarnação iam esperar muito mais.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Enjoo vocabular

Eu enjoo de palavras. Algumas, só.
Na verdade é um misto de enjoo com irritação.
Tenho verdadeiro horror de palavrinhas da moda:

" - Amiga, o que você acha de, enfim, estartar agora?
- Adoro! Então, gata, tipo... super concordo!"

É assim. Independe da cultura do ser falante porque é automático e irracional - ou quase.

Tudo começou com "nem".
Era como todos se chamavam numa loja onde trabalhei uma vez.
No primeiro dia de trabalho da pessoa, já vinha me chamando de "nem".
É por moda? Inserção? Porque gostou da palavrinha que acabou de conhecer?

E sotaques adquiridos automaticamente também. Fica pra outro episódio de desabafo.
Será que ninguém se irrita/enoja como eu?
Eu praticamente nunca me contamino com o vocabulário alheio. Que orgulho! (Pra mim)
Nem de família, nem de namorado, nem pra fazer gracinha.

P.S. Agora pensei que isso poderia empobrecer meu vocabulário.
Porque fico evitando palavras que "entraram na moda" pra não me irritar comigo mesma.
Ah! Mas tem tantas palavras no dicionário que prometo pra mim não ficar pobre... E nem apelar pro estrangeirismo. Talvez pro neologismo...

terça-feira, 13 de julho de 2010

Pequeno discurso de estreia

Hora de voltar ao velho e amado hábito de escrever.
Quem vai escrever aqui sou eu.
Através de qualquer de minhas facetas.
Traduzindo esquisitices e senso comum.